Fala.
Pressiona o botão de voz. Diz a frase do jeito que sairia naturalmente — valor, local, contexto, em ordem livre.
Três gestos, um caderno. A promessa central: lançar um registro em menos de cinco segundos. O resto — relatórios, fechamento, conciliação — é consequência de um lançamento bem-feito na origem.
Pressiona o botão de voz. Diz a frase do jeito que sairia naturalmente — valor, local, contexto, em ordem livre.
A IA preenche os campos. O que veio da voz, do GPS e da inferência aparece destacado. Você confirma com um toque ou corrige com a voz: “não, foi débito.”
O registro entra no caderno, datado, numerado, com o áudio descartado. Aparece em painéis silenciosos: heatmap semanal, soma por categoria, progresso da meta.
Antes era só o caderno das despesas. Hoje é o caderno de qualquer coisa que se repete: o gasto, a leitura, o estudo — e o que mais você quiser registrar. Mesma voz. Mesmo gesto. Cada cadência tem seu próprio painel, sua meta, seu jeito de ser somada.
“acabei de pagar 142 e 80 na Bella Paulista, café, cartão roxo.”
“li até a página 184 de Borges, vinte e cinco minutos antes de dormir.”
“estudei francês, vocabulário, quarenta minutos.”
“meditei dez minutos, antes do café.”
Quatro compromissos que decidem cada tela, cada sprint, cada dilema de produto. Onde houver dúvida entre alegria e arquivo, escolhemos o arquivo.
O fluxo principal é falar. Toque é fallback. Toda tela é navegável por voz e revisável em um polegar — mesmo no metrô, mesmo depois do café, mesmo com a outra mão segurando o copo.
Nada é salvo às escuras. Cada registro gerado por voz aparece como um cartão de confirmação, com o que foi ouvido e o que foi inferido visualmente separados. Aprovação por toque, correção por voz.
O áudio é processado e descartado. A geolocalização é usada no momento do lançamento e não fica como histórico. O dado vive criptografado, sob Row Level Security, e é seu — exportável a qualquer momento, apagável em um toque.
Interface arquivística: papel, tinta, vermelhão, bruma. Sem gradientes, sem confetes, sem gamificação. O app honra o ato de registrar — não o transforma em jogo, não o disfarça de planilha colorida, não o interrompe com pedido de avaliação.
Em vez de seis abas, dois lugares: a home com seus ritmos e o botão de voz, sempre disponível. O áudio é classificado automaticamente — se você fala uma despesa enquanto olha o painel de leitura, o registro vai para o lugar certo. Sozinho.
A v.0.1 está rodando em TestFlight (iOS) e Internal Testing (Android). Vagas limitadas, feedback bem-vindo, churn zero por enquanto.